27.3.07


Aldeia agora com fama mundial!


Pra uma estudante de relações internacionais, até que ela tem feito bons contatos, heim?

23.3.07

paradoxos

Há momentos em que desejo ser cristã. Ao escutar Bach, por exemplo.

Mas aí é quando mais me dou conta de que tal desejo jamais se realizará: uma música tão, mas tão bonita sobrepõe-se a qualquer destinatário; poderia ter sido feita em louvor a quem fosse, ou mesmo a ninguém. Nada importa além dela.

20.3.07

excesso de output

4. brasil pais da corrupicao,de ladroes e assasinos e um presidente estupido que se opoe a reducao da maior idade e os demenores matando mais a cada dia e denegrindo a imagem do brasil e dos brasileiros.waack descupe esta escrevendo isso aqui porque nao tem nada a ver com seu artigo mas eu nao sei como mandar essa mensagem ao presidente brasileiro
20/03/07 10:01:51

(Comentário ao último post do blog de William Waak, sobre a União Européia.)

À parte a comicidade, aproveito o ensejo: cadê o tão estimado input, ô meu Brasil brasileiro? Calem a boquinha de vez em quando.

E, não é demais repetir, ouçam, observem, leiam, pensem, processem.

19.3.07

it don't come easy

you know it don't come easy

You got to pay your dues if you want to sing the blues
And you know it don't come easy
You don't have to shout or leap about
You can even play them easy

Forget about the past
And all your sorrow
The future won't last
It will soon be your tomorrow


I don't ask for much, I only want trust
And you know it don't come easy
And this trouble vine keeps growing all the time
And you know it just ain't easy

Open up your heart
Let's come together
Use a little love
And we will make it work out better

Aê, Ringão!!! É por aí mesmo.

E ainda é fácil de tocar, uêba.

18.3.07

esses grifadores amarelos são mesmo amigos do peito: além de tudo, deixam-nos mordê-los à vontade. obrigada pelo ombro, digo, tampa, tão amiga; tou precisada.

7.3.07

Duas pessoas que amo se conheceram essa semana, do outro lado do oceano. Sempre falei muito de uma para a outra, e agora cada uma tira suas próprias conclusões. Tenho que registrar isso aqui porque acabei de receber um dos e-mails mais bonitos que já vi em minha caixa, de uma dessas pessoas, da que há mais tempo não vejo e que mais demorarei a ver também; dela, que em tão poucas palavras sabe dizer tanto. Muitas saudades de um tempo que não volta, mas certezas de que tenho uma amiga para a vida inteira. E isso é um sentimento muito, muito bom.
Hoje eu tinha que sair pra resolver umas coisinhas. Just some errands, coisas chatinhas que de vez em quando todo mundo tem que fazer. Percebi que dava pra fazer tudo a pé mesmo, então fui. Há um tempinho não fazia isso. Algumas calçadas mudaram, umas para melhor, já outras quebravam-se mais ainda pela força de novas raízes de árvores e me obrigavam a desviar. Também descobri uma nova tenda de frutas e verduras que não se vê de carro. Todo esse processo me fez muito bem, ao mesmo tempo em que me entristeceu por não vivenciá-lo mais amiúde. Pena que minha cidade esteja tão projetada para a vida sobre quatro rodas. Pena que eu também tenha me rendido. Queria poder andar a pé.

5.3.07

Esse fim de semana eu inventei de acordar com musiquinhas de Carly Simon na cabeça. O detalhe é que faz no mínimo 15 anos que não escuto Carly Simon. Não sei o que foi, mas certamente essas idas bucólicas e familísticas a Aldeia devem contribuir para afloramentos de subconscientes. Portanto assim que voltei à civilização resolvi baixar as tais músicas, já que vinil só tem na sala e de todo modo é mais prático. Geralmente não sou nostálgica com relação a música, não costumo ligar uma música a uma época específica da minha vida, principalmente se a música for muito boa e atemporal, vale por si, mas dessa vez foi meio inevitável. Assim que tocou me veio à cabeça uma época bem velha, amarelada, feliz, um pai e uma filhinha num momento careta, mas indispensável às vezes. Nada como ainda por cima relembrar os vocais bonitos de Mick Jagger no refrão de You're so Vain.
A Folha de São Paulo divulgou o blog de Leandra Leal. É até engraçadinho. Ao que parece, choveram críticas, ossos de quem ainda é capaz de despertar interesse por aqui pela net. Uma das críticas foi ao português da atriz. Sinceramente, eu, se fosse ela, também não estaria me preocupando muito com isso, não. Tentar escrever em português impecável é tarefa para nobodies como eu e você.

4.3.07

Quando der aquela vontade de começar
Lembre-se que agora
Você não pode mais chorar
As primaveras já são muitas
Ou seriam invernos?
Invernos de muita chuva e alagamento
Pés enfiados n’água
Sem conseguir sair